Heline Braga e Vinícius Miguel destacam mulher na nominata onde elas são maioria

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Heline Braga e Vinícius Miguel destacam mulher na nominata, onde elas são maioria

Com 25 nomes disputando vaga na Câmara Municipal de Porto Velho pelo Cidadania, 14 são mulheres, ou seja, 56%, entre elas, uma mulher trans.

Com a coligação “Porto Velho em boas mãos!”, o Cidadania Rondônia 23 disputa o executivo municipal com chapa pura, liderada pelo advogado e professor universitário Vinícius Miguel, que conta com a tenente da Polícia Militar de Rondônia, Heline Braga, como candidata a vice-prefeita, uma forma de fortalecer o movimento feminino em busca de mais espaço na política.

De acordo com Vinícius Miguel, a participação feminina no Estado é parte da estratégia de renovação em consonância com o discurso de equidade que faz parte do programa do partido. “Nós colocamos a mulher como prioridade, superando o modelo tradicional de que candidaturas femininas são apenas pra cumprir formalidade legal. Temos a igualdade como ponto central da democracia”.

Heline Braga destaca a importância da participação feminina na política, atuando de forma ativa em diversos setores da sociedade. “A mulher, quando descobrir a força que tem, perceberá que não há limites para seus sonhos”, encoraja.

MAIORIA MULHERES

Em Porto Velho, o Cidadania é exemplo, também, na formação da chapa de candidatos a vereadores e aproxima-se de uma maior representatividade da sociedade brasileira, de acordo com a avaliação da coordenadora do setorial Mulheres do partido, Tereza Vitale. “Há aquela visão equivocada de que mulher não gosta de política. Taí a prova de que gostamos sim, só precisamos ser acolhidas pelos partidos”.

Com 25 nomes disputando vaga na Câmara Municipal de Porto Velho pelo Cidadania, 14 são mulheres, ou seja, 56%, entre elas, uma mulher trans. “O partido entendeu que é necessário percorrer caminhos diferentes para chegar em lugares diferentes. E não teria como fazer isso sem contemplar a diversidade e a pluralidade”, elogia Anne Cleyanne, que coordena o setorial de Mulheres no Estado.

Anne sustenta que foi preciso consolidar o setorial e mostrar que as mulheres participavam do processo decisório para elas “entenderem que existia um espaço que era delas de direito, para elas e por elas, que não tinham que se esforçar e provar o dobro para ser delas. O resultado não poderia ser melhor, foi formada uma plataforma de candidaturas espontâneas femininas”, resume.

Tereza vai na mesma linha e cita o lema já comum das mulheres, o de que o lugar da mulher é onde ela quiser. “Abrimos o partido para os movimentos. Elas aprenderam que política é para homens e para mulheres. A questão mais importante nessa chapa é a da visibilidade. Porto Velho deu espaço e as mulheres superaram. Não precisa nem chegar a tanto. O que queremos é paridade. Aí, sim, teremos democracia verdadeira”, observa.

Este anos, nas eleições em Porto Velho, o Cidadania conta com o apoio da Rede e do Partido Democrático Trabalhista (PDT).


IGUALDADE E DEMOCRACIA

A coordenadora nacional do setorial de Mulheres ainda vê esse sucesso, contudo, como conjuntural e diz esperar que essa abertura amplie definitivamente a participação feminina na política.

“Esperamos que perdure e chegue a 2022 levando mais mulheres para o Parlamento. Temos uma pauta enorme pra fazer jus aos nossos direitos, fora as questões universais para as quais estamos igualmente talhadas, como Economia, Segurança e Educação”, conclui Tereza.