Segurança Pública de Rondônia investe em cães farejadores para combater o tráfico de drogas

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Com o foco no combate ao tráfico de drogas, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), está investindo na aquisição de cães farejadores, duas fêmeas foram trazidas de São Paulo para atuar em Rondônia nas buscas e apreensões de entorpecentes.


O diretor do Departamento de Narcóticos (Denarc), delegado Raimundo Mendes de Sousa Filho, foi pessoalmente escolher os animais que vão desempenhar atividade policial. Com uma média de trabalho de oito anos, foram investidos cerca de R$ 30 mil reais em cada animal. “É um excelente investimento adquirir cães farejadores. Basta o animal localizar um pacote de cocaína, que equivale R$ 25 mil, que praticamente já quitou a compra dele,” afirmou o delegado.


O canil Omniarquia, empresa criadora dos animais, já entregou o pedigree das raças pastor belga malinois aos novos tutores do Denarc.


Simulação no pátio do Denarc para demonstrar o nível de treinamento da nova integrante da equipe de investigação de narcóticos.


O secretário da Sesdec, coronel José Hélio Cysneiros Pschá, também disponibilizará ao Denarc uma viatura para o transporte destes animais nas operações especiais do Departamento. “A participação de cães nas ações de combate ao tráfico de entorpecentes é de suma importância na obtenção de bons resultados. Em breve, o Denarc poderá contar com uma viatura adequada ao transporte dessa tão eficiente ferramenta no combate ao crime, um sonho antigo e que se realizará na gestão do governador coronel Marcos Rocha”.


As cadelas estão sendo treinadas pelo adestrador da Confederação Brasileira de Cinofilia, Janott Coelho, que atua neste mercado há 39 anos. Uma simulação foi realizada no pátio do Denarc para mostrar aos policiais o nível de treinamento alcançado por uma das cadelas de um ano e três meses de idade. Dos dez locais que foram colocados drogas para a nova integrante da equipe localizar, todos foram encontrados. A canina está com 100% de aprovação para cumprir a missão de combater o narcotráfico.


“Nesta fase da vida canina o animal quer brincar, então fica mais fácil adestrar porque para eles tudo não passa de uma brincadeira”, contou Janott.


Segundo Janott, um ano de treinamento é possível desenvolver habilidades de obediência, proteção, contenção, detecção, busca e captura, e também; busca e resgate.

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Fonte
Texto: Léia Castro
Fotos: Daniel Garcia
Secom - Governo de Rondônia